Um megaevento do partido Democrata nos Estados Unidos uniu, na noite da última quinta-feira (28), em Nova York, o atual presidente americano, Joe Biden, e os ex-presidentes Bill Clinton e Barack Obama. Com ingressos que variavam entre US$ 225 (R$ 1.125) a US$ 500 mil (R$ 2,5 milhões), esgotaram.
O evento, de acordo com o partido, teve a preocupação de fortalecer Biden, recentemente declarado o candidato presumido do partido após uma sequência de vitórias nas primárias Democratas.
Ou seja, para o grupo, colocar Biden ao lado de Obama, Clinton e celebridades tem o intuito de projetar uma imagem de prestígio para a campanha do atual líder da nação, que passa por problemas de popularidade. Inclusive, em pesquisas de intenções votos realizadas recentemente, o ex-presidente Donald Trump (Republicanos), fica à frente de Biden ou empata tecnicamente.
Recursos para a campanha
O megaevento também teve, por óbvio, a intenção de arrecadar fundos para a campanha de Biden. De acordo com os relatórios apresentados à Comissão Eleitoral Federal (FEC) no último dia 20, o democrata reportou ter levantado US$ 21,3 milhões no mesmo período, somando US$ 71 milhões em mãos no total. Já campanha de Trump levantou US$ 10,9 milhões em fevereiro, totalizando US$ 33,5 milhões em recursos disponíveis.
Pesa para Trump, ainda, o fato de ações na justiça estarem impedindo a venda de ações referentes à abertura de capital da empresa de mídia do republicano, dona da rede social Truth, que resultou em um aumento de patrimônio em cerca de US$ 5 bilhões.
Enquanto isso, a chapa Biden ampliou as viagens do presidente a estados que devem definir o resultado da eleição. Nas últimas semanas, por exemplo, ele esteve na Carolina da Norte e no Arizona.
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