Aliada do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (REP), a vereadora Valéria Aragão (REP), afirmou, em entrevista nesta quinta-feira (05), que não se arrepende de ter apoiado o médico e ex-secretário estadual da Saúde Jhony Bezerra durante a eleição municipal de 2024 em Campina Grande, porém baixou a bola e o tamanho do médico.
A parlamentar cuidou de deixar claro que a votação expressiva obtida pelo ex-candidato não foi resultado de uma força política individual, mas sim do apoio coletivo do grupo liderado pelo governador João Azevêdo (PSB).
Segundo Valéria, Jhony foi o nome escolhido pelo grupo governista para representar o projeto político na cidade, e teve toda a fidelidade da base, mas posteriormente decidiu seguir outro caminho.
“Não, não me arrependo, até porque Jhony fazia parte do nosso grupo e ele foi o nome levantado pelo governador João Azevêdo para representar o grupo em Campina Grande. Infelizmente ele tomou a sua decisão e vamos aí, sem Jhony”, afirmou.
A vereadora também alertouu que os quase 100 mil votos conquistados por Jhony na disputa municipal não foi por mérito e desenvoltura do postulante, mas resultado da mobilização conjunta das lideranças e apoiadores ligados ao governador.
“Eu acho que Jhony Bezerra teve quase 100 mil votos em Campina Grande, mas os 100 mil votos foram todos nós, o grupo do governador João Azevêdo, que somamos para que ele chegasse a esse número de votos em Campina Grande”, declarou.
Apesar do rompimento político, Valéria afirmou que respeita a decisão do ex-aliado e que não guarda ressentimentos. “Não estou decepcionada. Como eu disse, cada um escolhe aquilo que é melhor para si.”
Redação
Acompanhe o PB Agora nas redes:
More Stories
Cabo Gilberto vota a favor da PEC da Segurança Pública, mas critica retirada da valorização policial do texto aprovado
Reviravolta no TCE garante aprovação total das contas de Luzimar Nunes à frente da Câmara de Conde
Pollyanna Werton volta a defender vice mulher do PSB na chapa de Lucas: “Alguém que dê equilíbrio e simbolismo”