12 de mar de 2026 às 16:09
O Instituto Teológico João Paulo II para as Ciências do Matrimônio e da Família visa “oferecer uma formação de alto nível sobre o casamento e a família, de tal forma que leigos, religiosos, religiosas e sacerdotes possam compreender melhor essa missão e se colocar à disposição das famílias”, disse o presidente do Pontifício Instituto Teológico João Paulo II para as Ciências do Matrimônio e da Família, monsenhor Philippe Bordeyne em sua visita à Seção Brasil da instituição, sediada na arquidiocese de Salvador (BA), no dia 11 de março.
O Instituto Teológico João Paulo II para as Ciências do Matrimônio e da Família foi estabelecido pelo papa Francisco em 2017 para substituir o Pontifício Instituto de Estudos sobre Matrimônio e Família fundado pelo papa são João Paulo II, em 1981. Segundo o site do Instituto em Salvador, ele é “um organismo que congrega pessoas interessadas (ministros ordenados, religiosos e leigos) em aprofundar o debate contemporâneo sobre a família, bem como promover a beleza da família segundo o desígnio de Deus”.
Além sede central em Roma, na Itália, existem outras nove seções do Instituto no mundo: em Washington, nos Estados Unidos; no México; em Valência, na Espanha; na Bahia, no Brasil; em Cotonou, em Benin; em Changanacherry, na Índia; em Melbourne, na Austrália e em Gaming, na Áustria. A seção brasileira do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família em Salvador foi criada em 1997.
Monsenhor Philippe Bordeyne disse que com a modificação determinada pelo papa Francisco em 2017, a missão do instituto passou a ser a pesquisa sobre a realidade concreta das famílias.
Segundo Bordeyne, essa orientação também inclui olhar para as famílias que enfrentam dificuldades ou vivem situações complexas.
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“Trata-se de formar pessoas capazes de reconhecer que, mesmo em situações complicadas, o Senhor dá algo a todas as famílias, permitindo que cresçam no amor e transmitam a fé”.
O presidente do Pontifício Instituto Teológico João Paulo II disse às famílias “que o amor é uma aventura magnífica” e pontuou que, em 19 de março, a Igreja celebra dez anos da Exortação Apostólica Amoris Laetitia (A alegria do amor) sobre o amor na família, do papa Francisco, fruto dos Sínodos dos Bispos sobre a Família realizados no Vaticano em 2014 e 2015.
Bordeyne também disse aos casais que “mesmo quando surgem dificuldades com os filhos ou quando aparece distância entre o casal, o amor está sempre presente, ainda que pequeno”, eles nunca percam “a esperança” e a coragem.
Ainda citando a exortação apostólica Amoris laetitia, monsenhor Philippe disse que o papa Francisco fala que o amor “não desapareceu, mas é terrestre” e por fazer “parte da realidade humana” precisa “sempre da ação do Espírito Santo para crescer”.

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