Em meio às expectativas pela reforma ministerial, a reunião entre o presidente Lula, o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, focou na destrava das emendas parlamentares e na votação do Orçamento de 2025, que ainda não foi aprovado. Hugo Motta aproveitou o encontro para destacar a importância das emendas para garantir o apoio necessário na aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA).
Segundo fontes próximas ao presidente da Câmara, Motta enfatizou que, sem a liberação dos recursos, o governo enfrentará dificuldades na tramitação do orçamento no Congresso. Em resposta, Lula defendeu um consenso entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF), destacando a necessidade de um diálogo onde ambas as partes cedam.
Hugo Motta e Davi Alcolumbre comprometeram-se a adotar critérios de transparência e rastreabilidade na destinação das emendas, como forma de garantir maior segurança jurídica na execução dos recursos. Além disso, solicitaram apoio de Lula para que o ministro Flávio Dino, relator do tema no STF, libere os recursos que não são alvo de investigação da Polícia Federal.
O argumento defendido por Motta é que apenas as verbas sob investigação continuem bloqueadas, permitindo que os demais recursos sejam utilizados pelos parlamentares para investimentos em seus respectivos estados. Esta postura será levada ao presidente do STF, Luís Roberto Barroso, em uma reunião marcada para o dia 25 de fevereiro, antecedendo uma audiência de Dino com o Congresso, programada para 27 de fevereiro.
PB Agora
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