A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor notificou os postos de combustíveis da Capital para que esclareçam, em um prazo de cinco dias, como vai se dá, ao consumidor, a redução no preço do diesel e que está valendo desde 1º de abril. Segundo anúncio da Petrobras, o combustível ficou R$ 0,17 mais barato nas refinarias.
A redução de 4,6% no preço do diesel prevê uma queda de R$ 3,72 para R$ 3,55 por litro nas refinarias. Para o secretário do Procon-JP, Junior Pires, o consumidor precisa saber em quanto fica o valor final do diesel nas bombas. “A notificação se baseia no dever de transparência previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC) em seus artigos 6º. III, e 31º”.
Outro ponto levantado pelo titular do Procon-JP na notificação se refere ao bem coletivo de fiscalização e controle de preços praticados ao público de forma a evitar eventuais práticas abusivas ou especulativas.
Explicações – O Procon-JP está solicitando dos postos os seguintes esclarecimentos: planilha com a evolução dos preços praticados no litro do diesel nos últimos 30 dias; as últimas notas fiscais de aquisição do combustível nos últimos 30 dias; e quaisquer outros elementos comprobatórios que atestem e comprovem a política de precificação adotada após redução.
A notificação esclarece, ainda, que, devido às necessidades de enquadramento, diminuição e repasse de preço a menor apontada, a empresa deve informar como se dará a redução para o consumidor final.
Penalidades – Junior Pires salienta que o documento também destaca que a ausência de resposta ou a recusa injustificada poderá incorrer em sanções administrativas como está previsto no artigo 56 do CDC, incluindo multa, apreensão de produtos, cassação de registro, suspensão do fornecimento do produto ou serviço e até interdição da atividade.
PB Agora
More Stories
MPPB pede urgência da justiça para garantir vagas para mais de 2,3 mil alunos que estão sem escola em João Pessoa
Mulheres vítimas de violência doméstica terão direito a isenção em taxas de concurso, na PB
MPPB barra vaquejadas no Sertão e exige cumprimento das normas ambientais