Enquanto o fogo assola o Havaí, nos Estados Unidos, na Ásia as inundações provocadas pela temporada de monções deixam vítimas na China e em Bangladesh. Em Xian, capital da província de Xianxim, no noroeste da China, deslizamentos ocasionados pelas chuvas ocasionaram a morte de 21 pessoas.
Já em Bangladesh, neste domingo (13) já são contabilizadas
55 mortes desde o início do mês de agosto, em decorrência das inundações e
deslizamentos de terra especialmente no sudeste do país.
De acordo com informações divulgadas pelo jornal Folha de S. Paulo, a catástrofe na China acontece em um período em que o país enfrenta um volume de chuvas no verão excepcionalmente alto. A situação é agravada pela passagem de dois tufões, o Doksuri e o Khanun, que deixaram um rastro de destruição e influenciam o clima.
Além das vítimas fatais, as chuvas afetam a vida de mais de um milhão de pessoas em Bangladesh. As precipitações são as mais fortes registradas nos últimos anos.
Segundo o portal de notícias VoaBangla.com, a região de Chittagong recebeu uma ajuda humanitária no valor de 250 mil libras esterlinas para as comunidades afetadas pelas inundações. Com o montante, mais de 18 mil pessoas afetadas em Bandarban, Rangamati e Cox’s Bazar, onde foram registradas as 55 mortes, receberão assistência.
O auxílio humanitário será concedido pelo Reino Unido em colaboração com as entidades Caritas Bangladesh e a ActionAid Bangladesh e servirá para compra de alimentos, água potável, kits de higiene e saúde, além de manutenção de abrigos.
Centenas de povoados na região foram afetados pelo transbordamento de rios. O dia em que o maior volume de chuvas foi registrado, 7 de agosto, teve 312 milímetros de chuva. O número de mortos só deverá ser confirmado, de fato, quando as águas começarem a baixar.
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