O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país alcançou uma vitória histórica, que será lembrada por gerações. Já o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Israel disse que o país concluiu um “capítulo significativo”, mas que a campanha contra o Irã não acabou.
Em pronunciamento à nação, o presidente do Irã disse que Israel, que ele chamou de “terrorista”, começou a guerra, mas foi o Irã que a encerrou com uma “grande vitória.”
No começo do dia, o governo israelense tinha acusado o rival de violar o cessar-fogo e disse que responderia com força. A mídia estatal iraniana negou que o país tenha disparado mísseis após o acordo. Um porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã acusou Israel de usar drones para atacar o território.
A trégua entre os dois países foi anunciada ontem (23) à noite pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Horas depois, Trump disse que não estava feliz nem com o Irã nem com Israel. O presidente americano teria ligado, então, para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e pedido para o país não atacar o Irã. Logo após a ligação, Israel teria se comprometido a interromper a ofensiva.
Em Tel Aviv, o Aeroporto Internacional Ben Gurion – o maior de Israel – voltou a operar. Isso vai permitir que milhares de pessoas que não conseguiam voos desde o início do conflito com o Irã, no dia 13 de junho, comecem a retornar para casa.
*Com informações da agência Reuters e colaboração de Patricia Maia
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