O governador e pré-candidato ao Senado, João Azevêdo (PSB), revelou nesta sexta-feira (20), os detalhes sobre os próximos passos da sua gestão e a movimentação política para as eleições de 2026. Em entrevista à Rádio Correio 98 FM, o gestor comentou a recente reunião administrativa que teve com seus secretários e descartou qualquer clima de “fim de festa” no Palácio da Redenção.
Na oportunidade, João afastou os boatos de que o encontro com a equipe teria servido para se despedir do cargo.
“Na verdade, foi uma reunião de trabalho, mais uma reunião de trabalho. Logicamente que tem um prazo, todo mundo sabe que dia 2 de abril estarei me descompatibilizando da minha função de governador. Não foi uma reunião de despedida, porque até lá tem tanta coisa pra fazer que eles nem têm ideia”, afirmou o governador, reforçando que o ritmo de trabalho e as metas do governo continuam acelerados.
Questionado sobre o prazo para deixar o governo e disputar uma vaga no Senado Federal, João Azevêdo explicou que a definição da data de sua saída é uma questão puramente administrativa e de calendário, e não uma estratégia de antecipação política.
“Na verdade, não é uma antecipação, porque dia 4, que é o último dia, é um sábado. Dia 3 é a sexta-feira da paixão, é feriado. Então, eu posso apresentar um ofício e não ter a quem entregar”, esclareceu.
Além de alinhar questões com os auxiliares, a reunião serviu para organizar a gestão antes da nova missão internacional. Na próxima segunda-feira (23), o governador embarca para cumprir agenda na Europa. As ações devem ser realizadas até o dia 28 de fevereiro e inclui a captação de investimentos para a Paraíba em Barcelona (Espanha) e no evento na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), em Portugal.
PB Agora
Acompanhe o PB Agora nas redes:
More Stories
Aliada de Galdino atribui votação de Jhony em CG a trabalho do grupo de João e não a mérito individual do médico
Em cenário pré-eleitoral, Sargento Denis deixa cargo no governo estadual, mas esposa permanece na gestão municipal de JP
“Quem estiver envolvido vai pagar”, diz Cabo Gilberto mesmo com aliados citados em caso do Banco Master