24 de fev de 2026 às 15:13
A arquidiocese de Salvador (BA) iniciou seu Ano Jubilar Arquidiocesano no domingo (22). Este ano, a Sé Primacial do Brasil comemora 475 anos de criação da diocese e os 350 anos de sua elevação à arquidiocese.
“O Ano Jubilar sempre produz frutos que vão além daquilo que podemos prever. Deus já está agindo e continuará a agir na vida da arquidiocese, tornando-a sempre mais fiel e fecunda na sua missão evangelizadora”, disse o arcebispo de Salvador, cardeal Sergio da Rocha, na missa de abertura do Ano Jubilar.
A arquidiocese de Salvador é a primeira diocese do Brasil. Ela foi criada em 25 de fevereiro de 1551, pelo papa Júlio III, através da bula Super specula militantis ecclesiae. Em 16 de novembro de 1676, o papa Inocêncio XI a elevou à arquidiocese e sede metropolitana, através da bula Inter Pastoralis Officii Curas. Até o momento, a arquidiocese de Salvador teve oito bispos e 28 arcebispos. Ela é formada por cinco municípios: Itaparica, Lauro de Freitas, Salinas da Margarida, Salvador e Vera Cruz.
O Ano Jubilar Arquidiocesano de Salvador começou às 16h30, com a oração do terço, no Largo da Igreja Nossa Senhora da Ajuda, primeira catedral do Brasil. Depois, os fiéis fizeram uma caminhada em procissão até a basílica do Santíssimo Salvador, onde o cardeal Sergio da Rocha celebrou a missa de abertura do Ano Jubilar.
“Iniciamos hoje este tempo especial louvando a Deus por esta Igreja querida que completa 475 anos”, disse dom Sergio em sua homilia.
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Ele destacou que “a história” de Salvador é “a história da Igreja no Brasil” que também ultrapassa os limites da arquidiocese, porque alcança outras dioceses que por meio dela nasceram.
“Somos a Igreja primacial, a primeira diocese do país”, disse. “Queremos ter não só a primazia histórica, mas a primazia da fé e da caridade”.
Dom Sergio ressaltou que o Ano Jubilar Arquidiocesano é uma “ocasião para fazer memória da história rica da qual fazemos parte, mas também para olhar para o presente”, com um “olhar cheio de gratidão”, que “se completa com o compromisso de evangelizar sempre mais”.
“É ocasião de pensar melhor a própria missão evangelizadora da Igreja e de dar passos maiores na ação pastoral e missionária”, disse.

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