9 de mar de 2026 às 15:06
Bispos na Europa e na Ásia estão pedindo a redução da escalada da guerra no Irã, à medida que o conflito se expande pelo Oriente Médio.
“Nenhum líder político tem autoridade para desencadear uma guerra à sua vontade”, disseram os bispos irlandeses em um comunicado de 4 de março.
A conferência dos bispos australianos disse em um comunicado: “A perda de vidas, o medo e a incerteza vividos pelas pessoas comuns e a desestabilização de uma região já frágil pesam muito em nossos corações”.
A Federação das Conferências Episcopais da Ásia também se manifestou, pedindo a “cessação imediata das hostilidades e que todas as partes exerçam a sua responsabilidade moral, resistindo à espiral de escalada que só leva a sofrimento ainda maior e a perdas irreversíveis”.
A Conferência Episcopal Católica da África Austral (SACBC) também divulgou uma carta assegurando ao povo do Irã a solidariedade espiritual dos bispos e suas orações contínuas, apelando para que “a diplomacia recupere seu papel central e para que seja salvaguardado o bem-estar dos povos que buscam uma vida pacífica baseada na justiça”, segundo a ACI Africa, serviço de notícias da EWTN News na África.
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O conflito no Irã
Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel lançaram uma série de ataques contra alvos militares no Irã, nos quais morreu o líder máximo do país muçulmano desde 1989, o aiatolá Ali Khamenei.
Os EUA e Israel afirmam que os ataques visam frear o programa nuclear do Irã e enfraquecer o regime.
O Irã reagiu com vários ataques a bases americanas em vários países da região e contra o território de Israel.
Israel lançou uma ofensiva contra o grupo islâmico Hezbollah, milícia patrocinada pelo Irã, que atacou o território israelense.

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