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OUÇA: prefeito interino de Cabedelo mantém contrato com empresa citada em operação da PF

Embora tenha afastado as pessoas ligadas à Prefeitura de Cabedelo citadas na Operação Cítrico, da Polícia Federal, o prefeito interino de Cabedelo, José Pereira (Avante) manteve o contrato existente com a empresa ração, porém, “esqueceu” de fazer o mesmo com a Lemon Terceirização e Serviços LTDA, apontada pela PF como pivô do esquema.

Pereira assumiu o cargo de prefeito após o prefeito eleito, Edvaldo Neto (Avante), foi afastado do cargo sob a acusação de ter mantido um suposto esquema de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro na cidade.

Conforme investigações feitas pela Polícia Federal, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), e Controladoria Geral da União (CGU), a Lemon teria sido beneficiada em suposto esquema de fraudes em licitações.

Em decisão expedida pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba, a Lemon é citada, em tese, como “instrumento para o desvio de verbas e acomodação de pessoal indicado pela organização criminosa”.

Em entrevista concedida na semana passada à CBN, falando sobre a empresa, José Pereira disse que não suspenderia o contrato, sob a alegação de que preservaria os empregos das pessoas que trabalham na Lemon.

“Vou seguir o que a Justiça determinar. Se ela determinar que fique, dá um prazo, tudo bem. É muito complicado isso aí porque nós vamos ver. São empregos, famílias que necessitam do pão de cada dia. Não podemos tirar o pão de cada dia daqueles que têm seu ‘empreguinho’”, argumentou Pereira.

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