Rússia: O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse hoje que não vê sentido em se encontrar com o presidente da Ucrânia neste momento. A afirmação é uma resposta à carta que Volodymyr Zelensky divulgou ontem propondo a paz entre os dois países.
No documento, Zelensky sugere que os dois se encontrem e afirma que a guerra aumentou a inflação e reduziu a oferta de combustíveis na Rússia. Putin classificou as observações como bastante grosseiras e afirmou que, no fim das contas, a carta evita um encontro.
A última vez que os dois estiveram frente a frente foi no fim de 2019, mais de dois anos antes do início da guerra. Já naquela ocasião, eles não se cumprimentaram.
Coréia do Norte: A mídia da Coreia do Norte afirmou que o líder do país, Kim Jong-un, cobrou a expansão exponencial do arsenal nuclear norte-coreano. Imagens feitas por satélite e obtidas pela Reuters mostram o que seria uma instalação de produção nuclear visitada por Kim recentemente.
EUA: O Senado dos Estados Unidos aprovou um reforço de 70 bilhões de dólares, mais de R$ 360 bilhões, no orçamento de duas agências: o ICE, Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas, e a Patrulha de Fronteira do país.
A medida agora precisa passar pela Câmara dos Representantes, que também tem maioria republicana, partido do presidente Donald Trump.
O ICE tem sido alvo de protestos nos Estados Unidos por denúncias de truculência em operações migratórias.
Irã: No Irã, o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, disse hoje que um acordo com os Estados Unidos só será assinado quando Israel parar de atacar o Líbano.
O Irã e o grupo libanês Hezbollah, alvo de Israel, são aliados, assim como Israel e os Estados Unidos.
Segundo o governo libanês, mais de 3.500 pessoas foram mortas em ataques israelenses no país nos últimos três meses.
*Com informações da Agência Heuters
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