O prazo dado pelo ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), para que 21 partidos com representação no Congresso esclareçam se seus dirigentes participam da definição, da distribuição ou da gestão de emendas parlamentares termina nesta semana. Até o último sábado (25), apenas seis legendas, PL, MDB, PDT, PSDB, PSD e PSOL, haviam se manifestado.
O questionamento de Dino foi motivado por uma declaração do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Em entrevista no dia 14, ele afirmou que dirigentes partidários também participam da indicação de emendas parlamentares.
PSOL, PDT, MDB, PSD e PSDB afirmaram que a indicação das emendas cabe exclusivamente aos parlamentares, de acordo com as regras constitucionais e regimentais do Congresso. As siglas também disseram não haver norma interna que atribua essa competência aos dirigentes partidários.
O PL adotou uma linha um pouco diferente. Embora tenha negado que Valdemar Costa Neto administre emendas, reservas ou cotas, o partido sustentou que a “atuação política” de um dirigente não se confunde com os atos formais de indicação previstos na legislação orçamentária.
Os outros 15 partidos intimados ainda não se manifestaram. Dino deu prazo de dez dias úteis, contados a partir da intimação, para que todos os presidentes de partido com representação no Congresso prestem esclarecimentos.
Com as respostas em mãos, o ministro deve avaliar se os mecanismos atuais de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares precisam de ajustes, ou se será necessário adotar novas medidas no âmbito do inquérito que investiga o tema.
om CNN
Prazo para partidos explicarem gestão de emendas a Dino termina esta semana
O prazo dado pelo ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), para que 21 partidos com representação no Congresso esclareçam se seus dirigentes participam da definição, da distribuição ou da gestão de emendas parlamentares termina nesta semana. Até o último sábado (25), apenas seis legendas, PL, MDB, PDT, PSDB, PSD e PSOL, haviam se manifestado.
O questionamento de Dino foi motivado por uma declaração do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Em entrevista no dia 14, ele afirmou que dirigentes partidários também participam da indicação de emendas parlamentares.
PSOL, PDT, MDB, PSD e PSDB afirmaram que a indicação das emendas cabe exclusivamente aos parlamentares, de acordo com as regras constitucionais e regimentais do Congresso. As siglas também disseram não haver norma interna que atribua essa competência aos dirigentes partidários.
O PL adotou uma linha um pouco diferente. Embora tenha negado que Valdemar Costa Neto administre emendas, reservas ou cotas, o partido sustentou que a “atuação política” de um dirigente não se confunde com os atos formais de indicação previstos na legislação orçamentária.
Os outros 15 partidos intimados ainda não se manifestaram. Dino deu prazo de dez dias úteis, contados a partir da intimação, para que todos os presidentes de partido com representação no Congresso prestem esclarecimentos.
Com as respostas em mãos, o ministro deve avaliar se os mecanismos atuais de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares precisam de ajustes, ou se será necessário adotar novas medidas no âmbito do inquérito que investiga o tema.
Com CNN
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