Um grupo de estudantes da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês) atacou agentes do Departamento de Polícia de Nova York durante um comício no Washington Square Park, nesta terça-feira (23), um dia após os policiais dispersarem um acampamento anti-Israel na praça externa do campus e prenderem centenas de pessoas, na segunda (22).
Como resposta à medida do governo, os manifestantes promoveram uma “marcha” no local e atacaram a NYPD aos gritos de “é certo se rebelar” e “NYPD, vá para o inferno”.
O portal National Review entrevistou alguns dos participantes do comício, que relacionaram os ataques às prisões em massa no protesto de segunda-feira (22).
Uma mulher, que se identificou como pesquisadora da NYU, disse acreditar que as prisões prejudicaram o que poderia ser um “momento de educação sobre colonização e opressão”. Segundo ela, “seria incrível para a NYU usar isso como uma oportunidade de aprendizado para os alunos, que estão aprendendo sobre sistemas de opressão em suas salas de aula”.
Desde o final de semana, universidades renomadas dos Estados Unidos, como Yale e Columbia, se tornaram palco para manifestações pró-Palestina violentas, inclusive com eventos autônomos em que manifestantes foram ouvidos entoando gritos de apoio ao grupo terrorista Hamas e expressando hostilidade direta contra estudantes judeus.
Em Columbia e na Universidade Politécnica Estadual da Califórnia, as aulas presenciais precisaram ser suspensas ou transferidas para o virtual, depois que manifestantes ocuparam espaços das instituições nos protestos contra a guerra no Oriente Médio.
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