O Boca Juniors era, no início do século, certamente o time mais temido da CONMEBOL Libertadores. Não à toa, já que a equipe, na época liderada em campo por craques como Riquelme ou Tevez, empilhou taças da competição, com direito a quatro conquistas em oito anos.
Hoje em dia, essa realidade é bem diferente, e o Boca enfrenta atualmente um período de seca em confrontos de mata-mata que coloca em risco sua continuidade na competição. Após derrota por 1 a 0 no Peru, os xeneizes precisam vencer o Alianza Lima, nesta terça-feira (25), para ter chances de ir à terceira e última fase prévia. O confronto terá transmissão do Disney+ a partir de 21h30 (de Brasília).
O retrospecto atual é preocupante: a última vitória do clube argentino em partidas eliminatórias no torneio ocorreu em 23 de dezembro de 2020, quando superou o Racing no jogo de volta das quartas de final.
Desde então, o desempenho do Boca Juniors em fases decisivas da Libertadores tem sido marcado por uma sequência de empates e derrotas. Em 2021 e 2022, foram dois empates em cada. No ano de 2023, ano em que chegou à final, foram seis empates e uma derrota, justamente na decisão, contra o Fluminense.
Nesse ano, o único jogo do Boca na competição foi a derrota para o Alianza na semana passada.
A esperança para mudar essa sequência ruim é a força da torcida dentro da Bombonera, que certamente estará lotada. Se passar de fase, o time argentino espera por Santa Fé ou Iquique. Na ida, o time chileno venceu por 2 a 1.
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