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Cancelamento do São João de Santa Rita ganha repercussão nacional e Justiça determina que Câmara vote o projeto

O cancelamento da edição 2026 do São João de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, ultrapassou as fronteiras da Paraíba e ganhou repercussão nacional após reportagem publicada pelo portal Uol.

De acordo com o texto assinado pelo jornalista Carlos Madeiro, o impasse entre a Prefeitura e a Câmara de Vereadores gira em torno da liberação de R$ 12 milhões para a realização da festa, considerada a mais cara para os cofres públicos em todo o estado. Sem acordo entre os poderes Executivo e Legislativo, os recursos foram bloqueados, inviabilizando a contratação de artistas e a montagem da estrutura do evento.

A reportagem ressalta que o cancelamento pode ter reflexos políticos, já que o São João é tradicionalmente uma vitrine para gestões municipais e instrumento de fortalecimento de lideranças locais.

Em nota oficial, a Prefeitura de Santa Rita atribuiu a responsabilidade à Câmara Municipal, afirmando que houve um “confisco do orçamento” da Secretaria de Cultura, Desporto, Turismo e Lazer. Sem a garantia dos recursos, a administração alegou não ter condições de manter a programação prevista.

Confira a matéria completa no link: Briga entre prefeito e Câmara por R$ 12 mi cancela São João mais caro da PB

Dentro do impasse, a Justiça da Paraíba determinou que o presidente da Câmara Municipal de Santa Rita inclua, já na próxima sessão, um pedido relacionado ao projeto do São João da cidade. A medida foi tomada em resposta a uma ação movida pela Prefeitura, que alegou demora do Legislativo em analisar o tema.

Com a determinação, o presidente da Câmara terá que colocar o assunto em pauta e garantir que os vereadores discutam e deliberem em plenário. Além disso, a Casa deverá adotar providências como solicitar parecer jurídico para viabilizar a tramitação regular do projeto.

A Justiça também fixou multa diária de R$ 2 mil, por até 30 dias, caso a decisão não seja cumprida sem justificativa, aumentando a pressão sobre o Legislativo no desenrolar da crise.

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FONTE: PB AGORA