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Falhas na Saúde: Flávio reconhece problemas de governo que teve paraibano no comando da pasta

Durante o debate presidencial da Band, ontem, domingo (18), o senador Flávio Bolsonaro (PL) admitiu publicamente, pela primeira vez, que a saúde não foi uma das áreas com melhores resultados no governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração chama atenção na Paraíba porque o cardiologista paraibano Marcelo Queiroga comandou o Ministério da Saúde durante a fase final da pandemia de Covid-19.

“De fato, a saúde não foi uma área que a gente teve o melhor resultado durante o governo do presidente Bolsonaro. Eu faço aqui essa minha culpa. Tivemos uma pandemia, dois anos de pandemia”, afirmou Flávio, ao responder a críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a condução da crise sanitária.

Queiroga assumiu o ministério em março de 2021, após a saída de Eduardo Pazuello. Ele foi o quarto titular da Saúde no governo Bolsonaro, que também teve Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich à frente da pasta.

As sucessivas mudanças no comando ocorreram em meio a divergências sobre a condução da pandemia e a resposta do governo à crise sanitária.

A admissão de Flávio reacendeu o debate sobre os resultados da gestão federal na saúde, área que esteve no centro das controvérsias durante a pandemia e que teve um representante paraibano no comando até o fim do governo, em dezembro de 2022.

Queiroga, inclusive, tentou ser eleito senador pela Paraíba tendo sua atuação na pasta como principal portfólio. No primeiro turno, o candidato recebeu 533.723 votos, o equivalente a 12,46% dos votos válidos, e terminou a disputa na 4ª colocação, perdendo para João Azevêdo, Veneziano e Nabor Wanderley, esses três, todos aliados do presidente Lula.

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Com PB Agora